sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

WENDO - Fortaleza-CE



O I Encontro Libertário: Anarquismo e movimentos sociais, traz para Fortaleza a Oficina de Auto defesa feminina.


Ficha de inscrição para oficina de Wendo:


• Nome:
• Idade:
• Ocupação:
• O que você sabe sobre o Wendo?
• Qual a razão de procurar essa oficina?
• Faz parte de alguma organização social? Qual? Há quanto tempo?
• Tem alguma limitação física e/ou de problemas de saúde? Quais?

• Conhece alguma técnica que autodefesa e/ou luta?



Preencha a ficha e envie para: encontrolibertario@gmail.com

É de grátis e as vagas são limitadas.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

25 de Novembro - Dia Internacional da Não-Violência contra a Mulher


Um dia para lembrar, protestar e mobilizar contra a violência à mulher.Definido no I Encontro Feminista Latino-Americano e do Caribe, realizado em 1981, em Bogotá, Colômbia, o 25 de Novembro é o Dia Internacional da Não-Violência contra a Mulher.

A data foi escolhida para lembrar as irmãs Mirabal (Pátria, Minerva e Maria Teresa), assassinadas pela ditadura de Leônidas Trujillo na República Dominicana.Em 25 de novembro de 1991, foi iniciada a Campanha Mundial pelos Direitos Humanos das Mulheres, sob a coordenação do Centro de Liderança Global da Mulher,que propôs os 16 Dias de Ativismo contra a Violência contra as Mulheres, que começam no 25 de novembro e encerram-se no dia 10 de dezembro, aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, proclamada em 1948. Este período também contempla outras duas datas significativas: o 1o de Dezembro, Dia Mundial da Luta contra a AIDS e o dia 6 de Dezembro, Dia do Massacre de Montreal (leia mais sobre o 6 de Dezembro).

Em março de 1999, o 25 de novembro foi reconhecido pelas Nações Unidas (ONU) como o Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher.

Fonte: Portal "Violência Contra a Mulher"





Constitucionalidade da Lei Maria da Penha é discutida


A data de hoje marca o Dia Mundial de Combate à Violência contra a Mulher. Para lembrar a importância da data, o Núcleo de Estudo sobre a Mulher Simone de Beauvoir (NEM), da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), realiza uma programação especial em que abordará a situação da violência contra a mulher em Mossoró, além da constitucionalidade da Lei Maria da Penha. Para se ter uma idéia da gravidade do problema, só este ano, no período de janeiro a outubro, foram registrados seis homicídios de mulheres vítimas de violência e 896 Boletins de Ocorrência na Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM), conforme informou a professora da Faculdade de Serviço Social (FASSO) da Uern, doutora Fernanda Marques de Queiroz. Ela explica que o número elevado significa que as mulheres estão denunciando mais. As questões relacionadas ao assunto serão discutidas na programação que será desenvolvida no Centro de Convivência da Uern, no Campus Central, e na Biblioteca Municipal Ney Pontes Duarte. Na ocasião, a professora Fernanda Marques lançará o livro "Não se rima amor e dor: cenas cotidianas de violência contra a mulher". Um outro assunto abordado dentro do cronograma é referente à constitucionalidade da Lei Maria da Penha, sobre a qual Fernanda Marques comenta: "Eu acho que a lei é muito constitucional". A professora menciona que algumas pessoas alegam a inconstitucionalidade da lei devido à questão da isonomia, de acordo com a qual homens e mulheres têm direitos iguais e teria que haver uma lei para os homens. Porém, Fernanda lembra que a Constituição também afirma que o Estado tem que proporcionar os mecanismos para essa igualdade e comenta que, na realidade, essa igualdade entre homens e mulheres não tem se efetivado, pois uma em cada cinco mulheres já sofreu violência. A gravidade dos índices revela ainda que 47% das mulheres já foram vítima de algum tipo de violência. "A nossa defesa é a defesa intransigente da constitucionalidade da lei", diz a professora, revelando a posição do Nem. Ela acrescenta que a lei é o mecanismo político, jurídico e social para garantir essa igualdade e o inconstitucional seria não ter a lei. Além disso, ela lembra que já existem leis que protegem igualmente homens e mulheres, as quais estão descritas no Código Penal. No que diz respeito à aplicação da Lei Maria da Penha aos homens, tomando como exemplo o caso de uma juíza que utilizou o mecanismo para proteger um homem que foi agredido pela mulher, Fernanda Marques explica que o Nem avaliou a questão e se posiciona de forma contrária à aplicação da lei aos homens. Ela explica que a juíza tomou a decisão baseada na questão da isonomia, mas lembra que ela poderia ter aplicado a punição usando o Código Penal. Segundo o seu ponto de vista, a aplicação da lei para os homens é um problema. Fernanda ressalta que o Nem não é contrário à punição da violência contra um homem por parte de uma mulher, porém, essa punição pode ser efetivada através de outros mecanismos. "É uma lei para proteger as mulheres", ressalta a professora. "Os homens já têm várias proteções, muito mais do que nós. Principalmente a proteção social", acrescenta. Além disso, ela menciona também que o próprio Judiciário é machista, pois, de acordo com uma pesquisa de 2006, os julgamentos de assassinatos de mulheres são três vezes mais demorados do que os julgamentos de assassinatos de homens. DEFESA — Em um texto escrito pela professora Fernanda Marques, ela ressalta a defesa da constitucionalidade da Lei Maria da Penha e analisa a situação da Violência contra a Mulher em Mossoró: "Um dos fatores que estimulam a violência praticada contra as mulheres é a impunidade, materializada na certeza de que nada acontecerá ao agressor. Contudo, a nosso ver, essa realidade começa a ser modificada com a aprovação em 2006 da Lei Maria da Penha, fruto das pressões do movimento feminista e de direitos humanos, que visa a prevenir e combater esta forma de violência. A idéia principal que norteia essa lei é a caracterização desse tipo de violência como violação dos direitos humanos e um grave problema de saúde pública, bem como garantir proteção e procedimentos policiais e judiciais humanizados para as vítimas. Além disso, a Lei Maria da Penha visa a promover uma mudança real nos valores sociais, que naturalizam a violência contra a mulher, em que os modelos de dominação masculina e subordinação feminina, durante séculos, foram aceitos pela sociedade. Em Mossoró, diariamente são registradas 12 denúncias de violência contra a mulher na Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher. Diante desse alarmante quadro, exigimos dos poderes públicos a imediata implantação de uma rede integrada de serviços para as mulheres em situação de violência, dotada de profissionais capacitados(as). Acreditamos que a efetiva aplicação da Lei Maria da Penha demanda além da transformação da sociedade capitalista-patriarcal, de mudanças institucionais, principalmente no Poder Judiciário e na esfera das Delegacias Especializadas no Atendimento à Mulher, de modo a criar mecanismos de adaptação de tais instituições à nova lei, a começar pela criação de juizados especializados para julgar crimes praticados contra as mulheres, além da implementação de serviços de atendimento às mulheres em situação de violência, que contemple casas-abrigo, centros de referência, defensorias públicas, serviços especializados de saúde, dentre outros, pois a problemática da violência contra a mulher demanda ações em várias esferas. Neste dia 25 de novembro - Dia mundial de combate à violência contra a mulher reafirmamos que a Lei Maria da Penha é constitucional. Inconstitucional é o Estado se omitir de proteger as mulheres das várias formas de violência das quais somos vítimas em nosso dia-a-dia, pois a Constituição Brasileira garante às mulheres igualdade perante os homens, o que na prática não tem se efetivado".

PROGRAMAÇÃO

Terça-feira 25/11 8h30 - Exposição de painéis sobre violência contra a mulher
Local- Centro de Convivência da UERN - Campus Central
Seminário: Violência contra a mulher - é preciso romper o silêncio!
Local: Auditório da Biblioteca Municipal Ney Pontes 19h -
Abertura - Representante da FASSO e CRESS
Atração cultural - Cordelista Nildo Pedra Branca - Cordel Lei Maria da Penha 19h30 -
Conferência - Lei Maria da Penha, conquista legal - desafios para a sua implementação
Fernanda Marques de Queiroz - Prof. da Faculdade de Serviço Social da UERN e membro do NEM e Jaqueline Dantas de Almeida - Concluinte do Curso de Direito da UERN 21h -
Lançamento do livro: Não se rima amor e dor: cenas cotidianas de violência contra a mulher.
Autora: Prof. Fernanda Marques de Queiroz



Fonte: Jornal Gazeta do Oeste
Terça-feira, 25 de novembro de 2008

Caderno Mossoró, pg.3

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Jovem grávida de três meses é morta pelo marido com pauladas na cabeça

A dona-de-casa Eloísa Maria do Navegante da Silva, que tinha 24 anos e morava no conjunto Alto da Pelonha (zona leste), foi morta com várias pauladas na cabeça dentro de casa. O principal suspeito do crime é o marido dela, o mototaxista José Augusto da Silva, de 46 anos, mais conhecido como “Dedé”, que está foragido. Ela estava grávida de três meses e já tinha outros três filhos com Dedé, que já chegou a ser preso em 2004 por tentar assassiná-la com um tiro de revólver. Para a família, a jovem sabia que ele conseguiria matá-la, mas ela não fugia por causa dos filhos.
O crime ocorreu por volta das 19h30, quando ela passou a ser espancada com um pedaço de pau. Os vizinhos ouviram os gritos, acionaram a polícia e pediram socorro ao Serviço de Atendimento Médico Urgente (SAMU). Ela ainda chegou com vida no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), mas morreu pouco tempo depois. O suspeito fugiu do local. A Polícia Militar ainda vez várias buscas na região, mas ele não foi localizado. O caso está sendo apurado pela Delegacia de Defesa e Amparo da Mulher (DEAM) e ele deverá ter sua prisão preventiva solicitada nos próximos dias.
De acordo com a mãe da vítima, Maria Lindalva da Silva, 48 anos, Dedé, desde o início do relacionamento, se mostrou um homem violento e chegou a comentar com a família que um dia iria matar Eloísa. “Ele dizia lá em casa que um dia ia matar Eloísa. Ela sabia disso e não ia embora por causa dos filhos, que era ele quem cuidava”, comenta a mãe, ressaltando que a filha ainda chegou a fugir algumas vezes do marido, mas ele se armava e ia buscá-la. “Ele ia disposto a matar ela e quem estivesse com ela, se não aceitasse voltar com ele pra casa”, lembra Lindalva, inconformada com o crime.
Além da tentativa de homicídio contra Eloísa, conta Lindalva, Dedé ainda tinha uma outra tentativa contra a sua primeira esposa. “Quando está perto da audiência, a família interna ele em um hospital e diz que ele é doido”, explica, acrescentando ainda que a própria filha comentou sobre os riscos que corria ao lado dele. “Ela dizia pra mim que aquele homem ainda ia matar ela um dia. Ele gostava de bater nela com um capacete na cabeça”, diz a mãe, enquanto aguardava a liberação do corpo da filha no Instituto Técnico-científico de Polícia (ITEP). Até às 16h, o médico plantonista não tinha chegado.


Andrey Ricardo
Da Redação
Jornal de Fato, quinta-feira, 4 de setembro

sábado, 12 de julho de 2008

OFICINA DE WENDO




Gente, a Oficina já divulgou a data oficialmente (Dias 16 e 17 de agosto) e por conta disto, queremos esclarecer aqui algumas pendencias...

1. A OFICINA SERÁ PAGA SIM, E O CUSTO SERÁ R$ 20,00. PAGANDO ESSE PREÇO A INSCRITA RECEBERÁ O COMPROVENTE DE INSCRIÇÃO + ZINE #5 DO COLETIVO, OK??!!

2. Infelizmente, nossos planos das camisetas foram por água a baixo pq não conseguimos patrocínio nenhum. Portanto, não haverá mais camisetas. Por mais, que pareca fácil,mas não conseguimos apoio de ninguém a não ser das meninas do NEM. Por isso mesmo, essa Oficina vai se realizar somente com base na nossa graaaaaaaande boa vontade, e com os custos do nosso prórpio bolso.

3. Está escrito no cartaz, mas como não dá pra ver direito, vamos transpor aqui:
PARA SE INSCREVER NA OFICINA:
*Nos dias 1 e 2 de agosto, procurem nos Centro de Convivência da UERN - À NOITE, somente na parte da NOITE - Nízia ou Ingrid. Elas estarão lá fazendo as inscrições. Vai ser fácil identificar, pq elas vão está com uma plaquinha, um cartaz ou algo assim pra galera reconhecer.
*As inscrições só serão realizadas pessoalmente. Nada de se inscrever por email, ou algo do tipo.
*Levem o CPF para a Inscrição. Será de suma necessidade, e não realizaremos inscrição de ninguém sem esse documento.
*O pagamento será à vista, no ato.
*Será necessário levar no dia da oficina, lanche de casa, e UM COLCHONETE.
* Lembrem-se que a Oficina é só e unicamente para mulheres, portanto, nada de levar namorado, primo, amigo, ficante, cachorro, papagaio e etc. para assistir aos treinos. Pois é estritamente proibido.
* E roupas levíssimas, por favor!

4. É gente! Infelizmente as vagas são limitadíííííssimas!!!! E só serão realmente 30 VAGAS. Portanto, não deixem de correr para fazer a inscrição, pq não podemos passar desse número de pessoas na Oficina, por conta de só haver uma instrutora,ok??!! São só 30 vagas apensas, e não podemos, infelismente, abrir excessão pra ninguém.


Acho q por enquanto é só!
Qualquer dúvida nos procure aqui pelo blog, ou nos contate pelo nosso email:
coletivoaoataque@yahoo.com.br


Obrigado, e contamos com todo mundo hoje na Parada Gay de Mossoró!!!!!

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Maria da Penha recebe indenização de R$ 60 mil do Governo do Ceará

Maria da Penha recebe indenização de R$ 60 mil do Governo do Ceará

Segunda-feira, 07 de julho de 2008 15:42

Débora Alves

Vinte e cinco anos depois de ficar paraplégica, Maria da Penha recebeu do Estado do Ceará indenização de R$ 60 mil. Maria da Penha foi atingida, pelas costas, por um tiro disparado pelo ex-marido e ficou com seqüelas permantes. Maria da Penha dá nome à lei que protege as mulheres vítimas de violência doméstica. A indenização foi recomendada pela Organização dos Estados Americanos pela demora da justiça em condenar o ex-marido de Maria da Penha, Marco Antônio Viveiros autor do disparo. A tentativa de homicídio aconteceu em Fortaleza em 1983, mas o acusado só foi preso em 2002, cumpriu apenas dois anos de prisão e atualmente responde pelo crime em liberdade.



Fonte: http://www.correiodoestado.com.br/?conteudo=noticia_detalhe&idNoticia=12919



Vitoriosa, mas nem tanto

Causou-me espécie o estardalhaço que determinados setores da imprensa trataram e vêm se conduzindo nesse caso chamado de "Maria da Penha". E o absurdo maior, segundo a minha interpretação, chegou ao cúmulo no dia em que ela recebeu uma indenização do governo cearense da ordem de R$ 60 mil. Fez-se justiça, enfim, reconheço. Ela foi vitoriosa, mas nem tanto. Foi-lhe entregue um cheque gigantesco como se ela tivesse sido contemplada na Loteria Federal. O que fica por trás de tudo isso é aquilo que a vítima, no caso Maria da Penha, esperou 20 anos para que se tivesse um gesto que a gente ainda discute se foi de justiça ou não. E, depois de tudo, a gente fica se interrogando: nesse caso, onde ficam todos aqueles que não deram a sua contribuição para um encaminhamento mais rápido ou contribuíram para emperrar a celeridade desse processo que se arrastou por longos 20 anos? O que resta mesmo é a conclusão de que, se não fosse a pressão internacional, Maria da Penha, quem sabe, jamais teria o seu direito de cidadã reconhecido. É profundamente lamentável que aqui no nosso Brasil, para que se alcance um estágio como esse, em que se evidencia um rasgo de justiça, isso só aconteça depois de fatos assim, como a pressão da comunidade internacional, e isso mesmo depois de se arrastar por cerca de 20 anos. Lamentável.


Emery Costa


Fonte: Jornal O Mossoroense Quinta, 10 de julho de 2008

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Isabella Fontana "cagando" na TV

Internautas gays criticaram a modelo Isabeli Fontana por falar que não gostaria de ter um filho homossexual, durante o programa da Hebe no SBT na segunda-feira (30).

"A profissional que alcançou o status internacional que Isabeli alcançou deveria pensar um pouco mais nas palavras que saem da sua boca. Uma pessoa como ela forma opiniões. Não se trata de ser engajada com mil causas --acho esse Bono Vox way of life um porre. Mas ela poderia pelo menos não atrapalhar, dando uma declaração homofóbica em rede nacional", opinou o blog Na Ponta dos Dedos.

"Já sabemos que existem milhares de artistas de mente fraca e preconceituosa, mas deixar isso evidenciado em rede aberta pro Brasil todo saber, isso sim é que eu chamo de tombo na passarela. Torçamos, então, para que Zion e Lucas não sigam o mal exemplo da mãe e sejam crianças que, desde cedo, aprendam a respeitar e entender as diferenças", postou uma leitora no blog.

No sistema de comentários da Folha Online, a fala de Isabeli também gerou controvérsia. Alguns leitores defenderam a modelo.

"A lei nos obriga apenas a tolerar diferenças, mas ninguém é obrigado a gostar de ninguém, e por enquanto ainda não somos obrigados a mentir sobre nossas preferências", escreveu Gerson Luiz Armiliato, de Cascavel (PR).

"Tenho 38 anos e tenho um irmão que é gay. Desde que me entendo convivo com isso. Sempre o amei e nunca o discriminei. Nossa família o entende e aceita. Mas também tenho três filhos e de uma coisa tenho certeza: não gostaria que um deles fosse gay", defendeu Claudio Wallace.

A Folha Online procurou Isabeli Fontana, mas a modelo ainda não deu resposta ao pedido de entrevistas.

A discussão sobre homossexualidade veio à tona devido à presença do ator Lugui Palhares, que interpretou o personagem gay Carlão na novela global "Duas Caras", de Aguinaldo Silva. Hebe Camargo questionou a sexualidade de Palhares, que afirmou ser heterossexual e apontou sua mulher na platéia. Também sentada no sofá da apresentadora, Isabeli comentou que, se fosse seu filho, não queria que ele fosse gay.

Após a polêmica declaração, Hebe --que busca atrair um público mais jovem em seu novo horário-- defendeu a modelo e tentou minimizar a situação, afirmando que um filho gay "cria muitos problemas". Quando Palhares disse que era necessário entender a sexualidade do filho, a apresentadora do SBT afirmou que o comentário de Isabeli também precisava ser aceito. "Mas é questão de opinião, é a opinião dela, o filho é dela...", disse Hebe.

Fonte: http://www.tudoagora.com.br/


Agora, me repondam, como a pessoa fala merda desse jeito?