quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Jovem grávida de três meses é morta pelo marido com pauladas na cabeça

A dona-de-casa Eloísa Maria do Navegante da Silva, que tinha 24 anos e morava no conjunto Alto da Pelonha (zona leste), foi morta com várias pauladas na cabeça dentro de casa. O principal suspeito do crime é o marido dela, o mototaxista José Augusto da Silva, de 46 anos, mais conhecido como “Dedé”, que está foragido. Ela estava grávida de três meses e já tinha outros três filhos com Dedé, que já chegou a ser preso em 2004 por tentar assassiná-la com um tiro de revólver. Para a família, a jovem sabia que ele conseguiria matá-la, mas ela não fugia por causa dos filhos.
O crime ocorreu por volta das 19h30, quando ela passou a ser espancada com um pedaço de pau. Os vizinhos ouviram os gritos, acionaram a polícia e pediram socorro ao Serviço de Atendimento Médico Urgente (SAMU). Ela ainda chegou com vida no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), mas morreu pouco tempo depois. O suspeito fugiu do local. A Polícia Militar ainda vez várias buscas na região, mas ele não foi localizado. O caso está sendo apurado pela Delegacia de Defesa e Amparo da Mulher (DEAM) e ele deverá ter sua prisão preventiva solicitada nos próximos dias.
De acordo com a mãe da vítima, Maria Lindalva da Silva, 48 anos, Dedé, desde o início do relacionamento, se mostrou um homem violento e chegou a comentar com a família que um dia iria matar Eloísa. “Ele dizia lá em casa que um dia ia matar Eloísa. Ela sabia disso e não ia embora por causa dos filhos, que era ele quem cuidava”, comenta a mãe, ressaltando que a filha ainda chegou a fugir algumas vezes do marido, mas ele se armava e ia buscá-la. “Ele ia disposto a matar ela e quem estivesse com ela, se não aceitasse voltar com ele pra casa”, lembra Lindalva, inconformada com o crime.
Além da tentativa de homicídio contra Eloísa, conta Lindalva, Dedé ainda tinha uma outra tentativa contra a sua primeira esposa. “Quando está perto da audiência, a família interna ele em um hospital e diz que ele é doido”, explica, acrescentando ainda que a própria filha comentou sobre os riscos que corria ao lado dele. “Ela dizia pra mim que aquele homem ainda ia matar ela um dia. Ele gostava de bater nela com um capacete na cabeça”, diz a mãe, enquanto aguardava a liberação do corpo da filha no Instituto Técnico-científico de Polícia (ITEP). Até às 16h, o médico plantonista não tinha chegado.


Andrey Ricardo
Da Redação
Jornal de Fato, quinta-feira, 4 de setembro

5 comentários:

Júlia Selva disse...

Affff... coisa horríííível!!!
Um doente!!! espancar com um capacete na cabeça... meu deus!!! Ainda usava requintes de crueldade...
Psicopata!!!! Merecia pena de morte!!!!!!
E com requintes de crueldade tbm...

Bira disse...

po muito legal esse coletivo meninas! to adicionando nos links também... beijos

Menstrual Attack disse...

ah, que ótimo! as outras meninas não tem entrado muito na net, então manda pelo o meu endereço mesmo. SQS 214 BLOCO "H" APT 106. Brasília-DF CEP: 70293-080 Asa Sul

abraço! Débora.

laís disse...

muito bacana!
Eu quero tb, mas por favor me mande tb as edições anteriores! hehe
e faz assim, vê quanto fica e me mande os custos!

Laís Alves, Menstrual Attack

danielle disse...

Meninas, já escrevi um monte de vezes tentando comprar os fanzines, mas não tenho recebido resposta, então tento por aqui mesmo. Meu e-mail: danielle_sales@ig.com.br

Obrigada!